Novo titular da Sepin promete mais ousadia


O novo secretário de Política de Informática (Sepin), do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio de Almeida, disse nesta quarta-feira (2), após tomar posse do cargo, que suas prioridades estão voltadas para a formulação e o apoio à construção de moderna infraestrutura digital, com serviços de qualidade para todos os cidadãos brasileiros, independente de região geográfica, classe social ou idade. Outra meta é apoiar a  pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e o fortalecimento das empresas de TI no Brasil, sejam elas de software, hardware ou semicondutores,  que considera como estratégicas para o desenvolvimento econômico e social do país.

Almeida prometeu mais ousadia na política de desenvolvimento tecnológico, com estabelecer objetivos concretos, ações estratégicas que criem no país tecnologias inovadoras, empresas com forte atuação local e competitividade internacional, programas colaborativos entre governo, iniciativa privada e academia que permitam produzir desenvolvimento estratégico para o país e relevante para a sociedade. “Já existem exemplos bem sucedidos, como as redes multidisciplinares de pesquisa de projetos presentes na Embrapa e Petrobras e no projeto Ginga, middleware aberto para o sistema brasileiro de TV digital”, disse.

Inclusão Social

Marco Antonio de Oliveira, novo titular da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), se comprometeu em ampliar o desenvolvimento e a transferência das tecnologias sociais e assistivas; aumentar as atividades da inserção tecnológica para inclusão social; fomentar a inovação dos pequenos empreendimentos; e uma melhor articulação para implementação dos programas de inclusão digital. “É preciso integrar a rede e definir um padrão básico de serviço dos centros vocacionais tecnológicos, dos centros de atenção tecnológica para inclusão social e da Casa Brasil”, defendeu.

O novo secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do MCT, Carlos Nobre, além da responsabilidade de montar um sistema de alarme para prevenir desastres naturais, disse que atuará para criar a “ciência tropical”, com ênfase na valorização da rica biodiversidade brasileira, agregando valor em suas cadeias. 

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