Novo satélite da Star One vai também disputar o mercado mexicano


  Com alguns dias de atraso, mas com lançamento bem sucedido no último dia 14, a Star One, subsidiária da Embratel, monitora, agora, o seu satélite da nova geração, o C1, que irá ocupar o lugar do satélite B2, em fim de vida. Segundo o presidente, Gustavo Silbert, com esse novo satélite, a Star One …

  Com alguns dias de atraso, mas com lançamento bem sucedido no último dia 14, a Star One, subsidiária da Embratel, monitora, agora, o seu satélite da nova geração, o C1, que irá ocupar o lugar do satélite B2, em fim de vida. Segundo o presidente, Gustavo Silbert, com esse novo satélite, a Star One passará também a disputar o mercado mexicano de oferta de capacidade satelital.

 Mais robusto do que os das gerações mais antigas, este satélite vem com 28 transponders na banda C (própria para a transmissão de sinais de radiodifusão em países tropicais, como o Brasil), com 16 na banda Ku (para a transmissão de dados) e com um transponder na banda X (para uso exclusivo das Forças Armadas brasileiras).

 Silbert prefere não comentar a polêmica em torno da banda X, levantada pelo Ministro das Comunicações, Hélio Costa, quando reclamou do preço a ser pago pelos militares para ocupar essa banda, limitando-se a comentar que está preservada para as Forças Armadas, nesse novo satélite, a mesma capacidade anterior.

Com investimentos de R$ 1 bilhão (US$ 500 milhões), Silbert assinala que o projeto, desde a sua idealização até o lançamento, consumiu quase quatro anos da empresa. Com direito de ocupar seis posições orbitais brasileiras (o C1 vai ficar na posição 65W, do antigo B2, o B1 ocupa a posição 75º, o B3 a posição 84º e o B4, a posição 70º), a Star One adquiriu, nas últimas licitações da Anatel, mais duas posições orbitais . E, segundo Silfert, para as próximas gerações, a empresa estuda a viabilidade de trazer para o país também a  banda Ka.   

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