Novo conselho da Oi terá nove indicados pela Pharol, ex-PT SGPS


O novo conselho de administração da Oi, que deverá ser aprovado na assembleia geral de 1º de setembro, e cujos nomes foram divulgados hoje no fato relevante da empresa, terá um grande número de dirigentes do maior sócio, a PT SGPS, agora chamada de Pharol. Entre os membros efetivos e suplentes, serão nove no total, informa o jornal Negócios de Portugal.

O presidente do conselho continuará a ser o brasileiro José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha. Mas estão com ele entre os membros efetivos,  Francisco Ravara Cary Jorge Telmo Maria Freire Cardoso, que também estão no conselho da Pharol e representam o Novo Banco (o banco saudável do grupo Espírito Santo). Outro português efetivo será Rafael Luís Mora Funes, representando o sócio português Ongoing.  Ainda, o próprio presidente da Pharol, Luís Maria Viana Palha da Silva também integra o conselho como efetivo.

Dos 11 membros efetivos, quatro representam os controladores portugueses. Os outros cinco estão como suplentes do conselho. Os representantes dos sócios brasileiros como efetivos são: Ricardo Malavazi Martins, Thomas Cornelius Azevedo Reichenheim, indicado pelo grupo Jereissati. Sérgio Franklin Quintella e Luiz Antonio do Souto Gonçalves já integraram a diretoria do BNDES. Robin Bienenstock é do fundo Bear Sterans, mas teria sido indicado pela AG e Marten Pieters veio da Vodafone.

Na suplência, os representantes dos controladores portugueses são: João do Passo Vicente Ribeiro (representante do banco), João Manuel Pisco de Castro (representante do sócio Visabeira), Pedro Zañartu Gubert Morais Leitão (ex-Oni),Fernando da Conceição Gonçalves (Pharol) e Nuno Rocha dos Santos de Almeida e Vasconcellos (Ongoing) completam os conselheiros dos portugueses. O vice-presidente do BNDES, Fernando Marques Santos, passa a integrar o conselho da empresa, como suplente. São também suplentes pelo lado brasileiro: Joaquim Dias de Castro ( BNDES); Cristiano Yazbek Pereira e Sergio Bernstein ( Jereissati); Rubens Mário Alberto Waschlz e Marcos Grodetzky, independentes.  (com o jornal Negócios, de Portugal). 

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