Notícias alvissareiras para o setor de serviços por satélite


A primeira injeção de ânimo veio da Colômbia, onde uma aliança entre a Verso Technologies (especializada na otimização de soluções) e a israelense Shiron Satellite Communications resultou na primeira implementação de um sistema celular GSM via satélite. Isso foi possível porque a tecnologia de otimização NetPerformer GSM da Verso consegue reduzir em 65% a exigência …

A primeira injeção de ânimo veio da Colômbia, onde uma aliança entre a Verso Technologies (especializada na otimização de soluções) e a israelense Shiron Satellite Communications resultou na primeira implementação de um sistema celular GSM via satélite. Isso foi possível porque a tecnologia de otimização NetPerformer GSM da Verso consegue reduzir em 65% a exigência de banda para o tráfego celular no backhaul, segundo informação da Verso. Esse menor consumo de banda representaria economia equivalente nos gastos de capital e custos de operação.

Além disso, a tecnologia de transmissão em banda larga IP sobre redes de satélite pode permitir às operadoras penetrar em áreas remotas até então consideradas inacessíveis para a cobertura celular. As primeiras aplicações dessas redes, segundo a Verso, serão feitas nos países em desenvolvimento, particularmente nas áreas remotas da Ásia, África e América Latina. Mas, hoje, organizações que atuam em locais como esses – por exemplo, as indústrias militar, petrolífera e de gás – já utilizam tecnologia Verso para diminuir custos e consumo de banda de sua telefonia via satélite.

O uso de telefonia celular via satélite, porém, será um nicho de mercado. De toda forma, essa é uma notícia alvissareira para um setor que procura meios de aumentar o uso de sua capacidade satelital. Outra boa notícia veio da Hughes Network Systems, que finalizou os testes no ar da capacidade banda larga IP de seu satélite Spaceway 2. A Hughes planeja usar o Spaceway – o primeiro sistema a embarcar funções de comutação e roteamento – para fornecer serviços de banda larga a governos e empresas.

(Da Redação, com agências internacionais)

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