Nos EUA, a internet no centro de debate presidencial


Independente de qual dos dois candidatos à vaga do partido Democrata for escolhido para concorrer à presidencia dos EUA, (disputam Hillary Clinton e Barack Obama), as políticas de incentivo à banda larga estarão em evidência. Ambos os candidatos têm posições explícitas sobre banda larga divulgadas em seus sites de campanha. A plataforma de Obama inclui …

Independente de qual dos dois candidatos à vaga do partido Democrata for escolhido para concorrer à presidencia dos EUA, (disputam Hillary Clinton e Barack Obama), as políticas de incentivo à banda larga estarão em evidência. Ambos os candidatos têm posições explícitas sobre banda larga divulgadas em seus sites de campanha.

A plataforma de Obama inclui três eixos principais, sendo o primeiro a necessidade de lançar a próxima geração de banda larga. O site informa que o candidato acredita ser possível levar banda larga para cada comunidade norte-americana com uma combinação de: reforma do Fundo Universal de Serviços; melhor uso do espectro nacional; promoção de aplicativos e tecnologias de próxima geração; e novos incentivos em tarifas e financiamentos para banda larga.

O candidato também apóia o princípio da neutralidade da rede, ou seja, provedores de redes de acesso à internet não devem ter o direito de cobrar taxas que privilegiem conteúdos de alguns sites ou aplicativos da rede em detrimento de outros. Outro ponto destacado é a política de investimento para o acesso em áreas rurais. Obama promete investir em pequenos negócios rurais e expandir o acesso rápido à internet nessas áreas.

Clinton

Já a candidata Hillary Clinton afirma em seu site apoiar iniciativas para reestabelecer a liderança global dos EUA na banda larga. “Sob a administração Bush, o país que inventou a internet caiu para a 25ª posição em lançamentos em banda larga”, cita o site, acrescentando que a candidata propõe que sejam acelerados os desenvolvimentos de redes mais sofisticadas. Para tanto, o governo federal deverá lançar mão de incentivos fiscais que encoragem o desenvolvimento de redes banda larga em áreas sem o serviço, e de pouco interesse comercial por parte das empresas provedoras.

Clinton também propõe apoio financeiro para iniciativas locais e estaduais que promovam a banda larga. Ela destaca que várias destas iniciativas já estão sendo lançadas no país, e que estas têm impacto positivo na educação, comércio, desenvolvimentos tecnológicos, e fornecimento eficiente de serviços municipais.

Já o candidato republicano John MaCain resumiu sua proposta a cortes nas tarifas de internet. (Da Redação)

Anterior PL 29: produtores independentes e teles só têm elogios.
Próximos Minicom quer banda larga como eixo da nova política pública