Nokia lucra em mercados emergentes


No terceiro trimestre, o lucro da maior fabricante de celulares aumentou 85%, sobretudo em função da forte demanda por telefones de baixo custo na África, Oriente Médio e Ásia. Com isso, sua participação de mercado está próxima dos 40% – no trimestre, foi, precisamente, de 39%, em relação ao market share de 36% do segundo …

No terceiro trimestre, o lucro da maior fabricante de celulares aumentou 85%, sobretudo em função da forte demanda por telefones de baixo custo na África, Oriente Médio e Ásia. Com isso, sua participação de mercado está próxima dos 40% – no trimestre, foi, precisamente, de 39%, em relação ao market share de 36% do segundo trimestre. A empresa informou que, exceto nas Américas do Norte e do Sul, foi intensa a procura dos consumidores por terminais com preços abaixo de € 30, ou US$ 42.60 – menos de R$ 77,00.

Segundo analistas, a habilidade da Nokia em produzir celulares de baixo custo em fábricas da Índia e China estaria contribuindo para expandir sua liderança face aos competidores Motorola, Samsung e Sony Ericsson, cuja participação conjunta de mercado mal e mal chega à da fabricante finlandesa. Desde o ano passado, a Nokia vem dizendo que o crescimento do mercado seria puxado pela base, isto é, pelos chamados países emergentes. Acertou em cheio e parece ser a única voltada para os mercados low end, justamente os que estão em rápido crescimento.

A empresa informou que seu lucro no terceiro trimestre aumentou para € 1,56 bilhão, em relação aos € 845 milhões obtidos em igual período de 2006. As vendas cresceram 28%, para € 12,9 bilhões, em comparação com os € 10,1 bilhões obtidos no ano passado. Na África e Oriente Médio, o volume de celulares vendidos teve expansão de 45,1%, atingindo 19,3 milhões de unidades; de 37% na China, totalizando 18,9 milhões de aparelhos; e de 41,1% no restante da região Ásia-Pacífico,  para 29,5 milhões. Na América do Norte, a comercialização recuou 1,7%, para 5,4 milhões. (Da Redação, com noticiário internacional)

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