NEC olha para as próximas gerações de redes


Como o Centro Integrado de Serviços Profissionais (Cispro) da NEC, com sede no Brasil, também atenderá a demanda regional, o que inclui, por exemplo, clientes como a Telefônica (que centraliza cada vez mais compras e decisões) e a Telmex (idem, idem), é quase natural que a maior pressão para implementação de redes de próxima geração …

Como o Centro Integrado de Serviços Profissionais (Cispro) da NEC, com sede no Brasil, também atenderá a demanda regional, o que inclui, por exemplo, clientes como a Telefônica (que centraliza cada vez mais compras e decisões) e a Telmex (idem, idem), é quase natural que a maior pressão para implementação de redes de próxima geração (NGN, da sigla, em inglês) possa vir de empresas que estão mais avançadas na adoção de novas redes. No caso, aliás, a Telefônica. Ou, como raciocina Paulo Castelo Branco, presidente da NEC do Brasil, ainda que seja mais fácil migrar para a NGN a partir de uma rede móvel, a maior demanda é mesmo das empresas fixas.

E como o NEAX só tem duas versões, complementa Pedro Mouradian, diretor do Cispro, migrar para uma NGN a partir da central NEC é mais simples. “Sem falar que a primeira versão migra para a segunda”, observa ele. Assim, acrescenta Castelo Branco, a migração inicial vai ser da rede TDM para a IP.

Além das que já tem, a NEC pretende fechar várias parcerias estratégicas, informa o diretor de operações Herberto Yamamuro. Em atividades como instalação e implantação, trabalha com a Logictel e Nesic (empresa do grupo); para software, há várias possibilidades, como o Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, a Politec, a Fitec; em firmware, a parceria para componentes ópticos é com a AsGa; e a parceira da NEC Solutions para governo eletrônico é a Sonner. Em Java e Microsoft, há 200 pessoas trabalhando na NEC da Argentina.

Quanto ao horizonte do IMS (Internet Multimedia Subsystem) no Brasil, Yamamuro acredita que o sistema passará a integrar redes NGN das operadoras fixas em dois anos. “Aqui, será seguido o padrão europeu do IMS, de rede convergente única para empacotar serviços, em áreas de mesma numeração”, pondera ele.

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