Na web 2.0, anúncios interativos e personalizados.


Anúncios click to call e desenvolvimento de modelos de negócios e remuneração de mapas serão uma das fortes tendências da publicidade online. Que deverá se transformar, para interagir com a internet feita com conteúdos produzidos por usuários e divulgados em comunidades e redes sociais, a chamada web 2.0. Esta foi uma das tônicas do seminário …

Anúncios click to call e desenvolvimento de modelos de negócios e remuneração de mapas serão uma das fortes tendências da publicidade online. Que deverá se transformar, para interagir com a internet feita com conteúdos produzidos por usuários e divulgados em comunidades e redes sociais, a chamada web 2.0. Esta foi uma das tônicas do seminário sobre Web 2.0 realizado hoje, 17 de setembro, pela revista Info, em São Paulo.

Para Roberto Grosman, gerente de AdSense do Google para a América Latina (AL), os anúncios click to call vão ganhar terreno. Trata-se de uma forma de publicidade que faz com que, ao clicar no anúncio, o internauta indique o número de seu telefone, fixo ou móvel, para que o anunciante entre em contato com ele. “Essa ferramenta pode ser utilizada de forma localizada, e permite um interação mais direta com o consumidor”, avaliou Grosman. Outra tendência é a remuneração sobre o uso de mapas, ou seja, encontrar modelos de negócios que explorem o potencial de remunerar empresas e usuários pela utilização de mapas online.

O Second Life, rede social que possui entre os brasileiros seu segundo maior público no mundo, também pode ser usado na interação online com consumidores. O site conseguiu, no Brasil, 480 mil cadastros em quatro meses, mas ainda é uma ferramenta que está apenas começando a ser explorada pelas empresas, conforme apontou Tales Rocha, gerente de internet da Philips para a AL. “Estamos usando o Second Life para pesquisar novos conceitos entre os usuários, como uma espécie de ‘laboratório’, do qual pode sair idéias para dispositivos, como um novo fone de ouvido, por exemplo”, cita Rocha.

Anterior Tribunal europeu mantém punição à Microsoft
Próximos Os bons resultados do Computador para Todos