Na “Lista de Janot”, Gilberto Kassab defende as investigações


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O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, é um dos cinco ministros do governo Temer que aparece na nova lista que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, enviou ontem (14) ao STFcom 83 pedidos de inquérito para investigar políticos denunciados pela empreiteira Odebrecht ainda sob os processos de corrupção e pagamento de propina pela empresa.

Kassab disse hoje, 15, aos jornalistas, que está muito tranquilo em relação a sua conduta na vida pública e que é a favor das investigações.

“Todas as minhas campanhas foram pautadas na mais absoluta legalidade. Estou sempre aberto, como sempre estive em toda a minha vida, a receber todos aqueles que queiram questionar qualquer participação minha. O Ministério Público existe para isso, tenho que aplaudir a sua atuação”, afirmou.

Além dele, estão citados nessa lista os ministros Aloysio Nunes (PSDB-SP), das Relações Exteriores; Eliseu Padilha (PMDB-RS), da Casa Civil; Moreira Franco (PMDB-RJ), da Secretaria-Geral da Presidência; Bruno Araújo (PSDB-PE), das Cidades. Também integram a lista Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara; Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado; Edison Lobão (PMDB-MA), senador; José Serra (PSDB-SP), senador; Aécio Neves (PSDB-MG), senador; Romero Jucá (PMDB-RR), senador; Renan Calheiros (PMDB-AL), senador. São também citados os ex-presidentes Lula e Dilma.

As acusações, em geral, são as seguintes: corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem, fraude a licitação, formação de cartel e artigo 350 do Código Eleitoral, que é prestar falsas informações à Justiça Eleitoral.

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