MP e Acel discutem postos de atendimento


O Ministério Público Federal e a Acel (associação das operadoras móveis) já travaram a primeira reunião para tratar de diferentes temas de preocupação da Procuradoria Geral. E os postos de atendimento foram um dos primeiros itens da pauta. Executivos do setor mostraram-se otimistas com esse primeiro contato. Inicialmente, o Ministério Público estava reivindicando a instalação …

O Ministério Público Federal e a Acel (associação das operadoras móveis) já travaram a primeira reunião para tratar de diferentes temas de preocupação da Procuradoria Geral. E os postos de atendimento foram um dos primeiros itens da pauta. Executivos do setor mostraram-se otimistas com esse primeiro contato. Inicialmente, o Ministério Público estava reivindicando a instalação de posto de atendimento – e não apenas de loja para venda de linhas – em todas as localidades onde funciona o serviço. Mas as operadoras demonstraram que essa proposta seria economicamente inviável, já que, em muitas localidades, o tráfego gerado é muito pequeno, o que não justificaria os custos da manutenção do serviço de atendimento pessoal. Transformar os atuais quiosques de venda em postos de atendimento também seria outra alterantiva muito onerosa, argumentaram as celulares, pois teriam que treinar e manter centenas de milhares de atendentes em todo o país.
Uma das alterantivas em estudo – que ficou para ser mais detalhada na próxima reunião, marcada para maio – será o estabelecimento de postos de atendimento em cidades com um número mínimo de habitantes.
Embora o Ministério Público não tenha força para interferir na regulamentação da Anatel, se as negociações avançarem, elas podem, no final, ser apresentadas como sugestão à Agência, para que as condições acordadas sejam incluídas nos futuros regulamentos do serviço. 

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