MP do Bem: indústria terá que investir mais em P&D.


A principal contrapartida exigida da indústria para a prorrogação, até 2014, da isenção do PIS/Cofins para PCs, prevista na Lei do Bem, é o aumento de investimentos em P&D, que passa de 2% para 3% para as empresas beneficiadas. A renovação da isenção de impostos, que já havia sido anunciada pelo ministro Guido Mantega, na …

A principal contrapartida exigida da indústria para a prorrogação, até 2014, da isenção do PIS/Cofins para PCs, prevista na Lei do Bem, é o aumento de investimentos em P&D, que passa de 2% para 3% para as empresas beneficiadas. A renovação da isenção de impostos, que já havia sido anunciada pelo ministro Guido Mantega, na semana passada, foi publicada hoje no Diário Oficial.  

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a prorrogação, agora oficializada, permite que as empresas mantenham seus planos de investimentos para os próximos anos. “A medida é uma sinalização do interesse do governo em continuar combatendo o mercado cinza”, diz Barbato. Segundo ele, a prorrogação garantirá, ainda, a competitividade das empresas instaladas no país e a ampliação dos programas de inclusão digital.

A indústria de computadores deve fechar 2009 com 12 milhões de unidades comercializadas e a previsão da Abinee para 2010 é que o mercado de PCs atingirá a marca de 14 milhões de unidades. (Da redação)

Anterior Teles conseguem levar todas as suas propostas para a plenária da Confecom
Próximos Jarbas Valente é o novo conselheiro da Anatel