Móveis podem oferecer banda larga popular mas sem o Fistel, diz Cox.


Para que as operadoras móveis possam aderir ao programa de banda larga popular, que isenta da cobrança de ICMS a oferta do serviço com custo mensal de até R$ 29,80, é preciso que o governo federal isente as empresas da cobrança do Fistel, defendeu hoje João Cox, presidente da Claro. "É preciso que haja um …

Para que as operadoras móveis possam aderir ao programa de banda larga popular, que isenta da cobrança de ICMS a oferta do serviço com custo mensal de até R$ 29,80, é preciso que o governo federal isente as empresas da cobrança do Fistel, defendeu hoje João Cox, presidente da Claro. "É preciso que haja um ajuste e que se tire também o Fistel para a móvel participar", afirmou Cox. O Fistel é cobrado também das operadoras fixas, só que estas pagam por central instalada, enquanto as operadoras móveis pagam por aparelho celular habilitado, o que representa um volume maior de contribuição. "Como está é uma desvantagem competitiva enorme", acrescentou.

A reivindicação será levada ao governo federal pela Telebrasil, entidade que representa operadoras fixas e móveis, informou Cox, que participou hoje de uma entrevista coletiva para comentar os resultados financeiros do terceiro trimestre da Claro.

Mudança para a TAM?

PUBLICIDADE

O executivo também comentou a informação publicada por um colunista esta semana, segundo a qual ele estaria sendo sondado para presidir a TAM. Inicialmente, houve rumores no mercado de que o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, estaria sendo cotado para o mesmo cargo. "Devo estar andando com a cabeça nas nuvens, porque estava indo para a Gol, agora estou indo para a TAM", disse Cox, em tom de brincadeira.

Anterior Claro anuncia serviço de propaganda no celular
Próximos Substitutivo ao PL 29 será apresentado amanhã na CCT