Ministro do Planejamento defende fim dos bens reversíveis da Oi


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O ministro do Planejamento do governo interino, Dyogo Oliveira, defendeu hoje, 22, as mesmas propostas da Anatel para o setor de telecomunicações , pelo fim da reversibilidade dos bens das concessionárias. ” Não faz sentido retornarem para a União. É melhor que troquemos por investimentos da empresa em novas tecnologias, como banda larga”, referindo-se à Oi.

Ele defendeu também a atualização da Lei Geral de Telecomunicações (LGT), pois para ele, não faz mais sentido a existência do orelhão. 

Casa Civil 

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, praticamente repetiu o que o ministro Kassab já havia expressado na nota à imprensa, afirmando que o governo vai  garantir a “manutenção do serviço com qualidade, os direitos dos consumidores, preservar todos os empregos e os direitos dos investidores” e que prefere aguardar a decisão da justiça sobre o pedido de recuperação judicial da Oi.

Ressaltou, que acha pequena a exposição dos bancos públicos com a dívida da Oi. “Nosso comprometimento dos bancos públicos é pequeno. O maior compromisso, de cerca de R$ 35 bilhões é com dívidas internacionais”, ressaltou. (com agências nacionais). 

 

 

 

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