Ministério da Cultura quer competição no conteúdo nacional


Ao participar do 10º Encontro Tele.Síntese – O papel das políticas públicas e da iniciativa privada na produção e distribuição de conteúdos audiovisuais-, que acontece hoje em Brasília, Mário Borgneth (da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura), comentou que, em um ambiente onde a demanda por serviços é cada vez maior e o mercado de conteúdo …

Ao participar do 10º Encontro Tele.Síntese – O papel das políticas públicas e da iniciativa privada na produção e distribuição de conteúdos audiovisuais-, que acontece hoje em Brasília, Mário Borgneth (da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura), comentou que, em um ambiente onde a demanda por serviços é cada vez maior e o mercado de conteúdo e distribuição converge para a oferta de múltiplas plataformas, cabe às políticas públicas estarem atentas a este cenário. Neste contexto, Borgneth salientou que o papel do ministério é assegurar regras de competitividade, pautadas pelo estímulo dos agentes econômicos nacionais. "Não existe democracia possível com índices tão expressivos de audiência de um único provedor. A multiplicidade de opinião deve vir também com a multiplicidade de canais", afirmou ele.
  
O assessor do Minc defendeu a regulação do segmento para a entrada de novos players; o fomento a mecanismos de produção e distribuição de conteúdos regionais e nacionais; e fiscalização do mercado, procurando desenvolver novos modelos de negócios e paradigmas. “O Minc tem essas preocupações e está firmemente empenhado na reorganização do campo público de televisão”, frisou.

Anterior FNDC quer o peopleplay: serviço barato e universal.
Próximos Terra lança parceria com o Instituto Criar