MiniCom quer novo modelo para tirar país de posição vexatória em banda larga


Para o senador Walter Pinheiro a política pública deveria estar voltada para organizar a demanda e estimular as parcerias público-privadas, já que ele não vê qualquer chance de o governo deslocar dinheiro, em época de crise,para o programa de banda larga

O Brasil caiu da 86a sexta posição para a 89a posição no ranking da velocidade de banda larga fixa, no primeiro trimestre de 2015, conforme a empresa Akami. Para o secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, esta e uma “posição vexatória”, que só se resolve com a massificação da rede de banda larga no país.

Para o secretário, a mudança dessa realidade só se efetiva com a construção de redes de fibra óptica, pelo Plano Nacional de Banda Larga, cuja meta é  levar velocidade média de 25 Mbps. “Precisamos pulverizar a fibra óptica no país”, afirmou ele

Para o presidente da Claro, Carlo Zenteno, seria o ideal, no entanto, que se estabelecessem metas de velocidades regionais, e não metas únicas para todo o país. Além disso, ele acha que o plano deveria também contar com outras tecnologias como a tecnologia móvel ou a de satélite. 

Max assinala que na região Norte o governo não pensa em levar a fibra óptica para o meio da Amazônia, mas e assegura que o  irá decidir em curto prazo o tamanho do programa.

Para o senador Walter Pinheiro, no entanto, o modelo está errado, pois a política pública deveria estar voltada em organizar a demanda e estimular as parcerias público-privadas, já que ele não vê qualquer chance de o governo deslocar dinheiro, em época de crise,para o programa de banda larga. ” Em época de crescimento, não houve recursos públicos, em época de crise, não haverá também”, vaticinou o senador.

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