Minicom propõe rever metas de universalização dos novos contratos


Os Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs), que terão que ser implementados pelas concessionárias de telefonia fixa para atender às metas de universalização dos novos contratos de concessão, não serão a melhor forma de se promover a inclusão digital. A avaliação foi feita hoje, 7, pelo secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto …

Os Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs), que terão que ser implementados pelas concessionárias de telefonia fixa para atender às metas de universalização dos novos contratos de concessão, não serão a melhor forma de se promover a inclusão digital. A avaliação foi feita hoje, 7, pelo secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, durante a abertura do 6º Encontro Tele.Síntese, promovido pela Momento Editorial, em Brasília, com o tema Universalização: financiamento e implementação, da teoria para a prática.

Para Martins, a instalação dos postos — que devem ter quatro TAPs (terminais de telefonia fixa que permitem o acesso a outros serviços), quatro TUPs (telefones públicos), aparelhos de fax e funcionar os sete dias da semana — como mero cumprimento das obrigações de universalização, sem articulação com as comunidades e com o poder público, poderá não promover a inclusão digital e nem compensar o investimento que terá que ser feito pelas empresas.

“Os contratos não dão orientações específicas de como os postos terão que ser instalados. Se eles tivessem vínculos com algumas ações de governo ou outras iniciativas de inclusão digital e social, teríamos um melhor uso dessas obrigações”, defendeu Martins. O secretário sugeriu uma possível sinergia com os projetos das cidades digitais. Em algumas cidades, as prefeituras têm firmado parcerias com empresas de telecomunicações para levar acesso à internet em alta velocidade aos moradores.

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