Minicom defende retomada de frequência que não é usada


Em 32% dos municípios brasileiros a telefonia celular só é prestada por uma operadora de telefonia móvel, conforme as regras do edital de venda de frequências da Anatel. Mas este quase monopólio local pode ser quebrado, no entender do gerente de banda larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra.

Ele disse, em audiência pública no Senado Federal, que emboras essas cidades sejam atendidas por apenas uma empresa, as cinco operadoras de telefonia celular têm licença – e frequência – em todo o país. ” A Anatel deveria regulamentar o uso eficiente do espectro e, se uma empresa tem frequência por 15 anos, e não a usa, o Estado deveria retomar esta frequência e recolocar a venda para ser usada”, defendeu.

REPNBL

Coimbra disse ainda que o REPNBL (programa de desoneração de imposto para a banda larga que grande parte do dinheiro a ser aplicado foi voltado para as redes móveis – de R$ 6,5 bilhões. Mas lamentou que foram apresentados poucos projetos para a região Norte do país. “O fato positivo, afimou, é que os investimentos na região Nordeste aumentaram bastante, juntamente com os da região Sul e Sudeste”, afirmou. 

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