MiniCom aponta que preço do satélite ainda é caro


 

O diretor de banda larga do Ministério das Comunicações, Arthur Coimbra, afirmou hoje, em audiência no Senado Federal, que devido à falta de oferta de satélites com tecnologias mais avançadas os preços cobrados no Brasil ainda são muito altos. “Soubemos que na Região Amazônia estão ainda cobrando R$ 11 mil por 1Gpbs mês. Um preço muito alto”, assinalou ele.

 

Segundo Coimbra, a razão do alto preço é a escassez de oferta de bandas satelitais com tecnologia mais desenvolvida, como a banda Ka, que oferece muito mais capacidade. “A banda Ka tem oito vezes mais capacidde do que a badna Ku e 20 vezes mais capacidade que a banda C”, afirmou.

Hoje no país só existe um satélie em banda Ka, mesmo assim atingindo apenas a região sudeste. Por isto, afirmou, o técnico do MiniCom, o governo irá lançar o satélite de comunicações e defesa em 2016. “A Visiona fará a integração e irá absorver tecnologia e a Telebras e o Ministério da Defesa vão operar o satélite”, completou Caio Bonilha, presidente da Telebras. ( Da redação).



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