Minas e Nordeste continuam a interessar à Vivo


A menos que compre a Telemig, a Vivo promete que seu investimento de capital (capex) continuará diminuindo. Assim, embora o capex tenha aumentado 138% no quarto trimestre de 2006, para R$ 1,1 bilhão (R$ 805 milhões destinados à rede), no ano, caiu quase 5%, para R$ 2,12 bilhões. Contudo, como percentual da receita líquida, o …

A menos que compre a Telemig, a Vivo promete que seu investimento de capital (capex) continuará diminuindo. Assim, embora o capex tenha aumentado 138% no quarto trimestre de 2006, para R$ 1,1 bilhão (R$ 805 milhões destinados à rede), no ano, caiu quase 5%, para R$ 2,12 bilhões. Contudo, como percentual da receita líquida, o capex se manteve praticamente inalterado: 19,4% e 19,8%, respectivamente, em 2005 e 2006.

No quesito capex, excluídos investimentos em cobertura, a intenção da operadora é reduzí-lo ano a ano, nas palavras do diretor financeiro Ernesto Gardeliano. Mas, em relação à cobertura, o presidente Roberto Lima, não deixa margem a dúvidas: “Temos ambição de entrar em Minas e no Nordeste!”. No caso de Minas, aparentemente, está em aberto se o caminho será pela via de aquisição ou da construção de rede própria. “Sobre isso, a Vivo não se manifesta”, afirmou Lima. No tocante aos gastos com a rede GSM, até 31 de dezembro foram desembolsados 65% do investimento total programado de R$ 1.080 bilhão.

Sobre a entrada no mundo GSM (no começo deste ano, na modalidade pré-paga), a Vivo não dá maiores informações. Lima se limita a dizer que, antes do fim de março, o serviço pós chegará ao mercado.

Empresas

A chegada da Unicel em São Paulo não assusta a Vivo. Seu presidente diz que o projeto da nova entrante é desconhecido, mas, a considerar sua experiência no segmento de cartões de crédito, quando novas pequenas bandeiras aportaram, aumentou o mercado. “Não acredito que mais uma operadora tenha repercussões negativas”, afirma o executivo.

Reconhecendo que a apresentação da operadora ficou a dever em relação à Vivo Empresas, Lima destaca que, além de 81% das adições líquidas da operadora (328 mil clientes no quarto trimestre) terem sido clientes pós pagos, ou seja, 266 mil novos assinantes, desses, 33% foram corporativos.

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