Metade das empresas bloqueiam o acesso a redes sociais


O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma, segundo a pesquisa ‘Riscos Globais de Segurança em TI’, realizada pela companhia de cibersegurança Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional. De acordo com o estudo, as redes sociais são vistas como uma …

O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma, segundo a pesquisa ‘Riscos Globais de Segurança em TI’, realizada pela companhia de cibersegurança Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional. De acordo com o estudo, as redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças à segurança, juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

 

As redes sociais ficaram em segundo lugar como atividade mais proibida nas empresas, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

 

Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, as redes sociais foram citadas por 35% das empresas. “As empresas estão preocupadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, afirma Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. “As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.

 

Devido a popularidade e as vulnerabilidades emergentes deste recurso online, as redes sociais tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mensagem infectada. De acordo com especialistas da Kaspersky Lab, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada. (Assessoria de imprensa)

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