MCTI questiona informações de 24% das empresas beneficiadas pela Lei do Bem


O Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) questiona as informações fornecidas por 24% das empresas beneficiadas pela Lei do Bem em 2010, o que em muitos casos poderia desqualificá-las para receber o incentivo fiscal do governo, segundo a consultoria KPMG. Para Sergio Schuindt, sócio responsável por projetos especiais da KPMG no Brasil, embora alguns casos envolvam apenas a complementação de informações ao ministério, a alta incidência de questionamentos mostra que as companhias precisam aprimorar seus processos para melhor enquadrarem seus projetos às exigências do governo.

 

“É importante que a empresa se utilize de consultoria independente com equipe multidisciplinar, com engenheiros, contadores e consultores tributários experientes em Inovação, para identificação de produtos e processos Inovadores, assegurando e maximizando os benefícios que a Lei do Bem proporciona”, afirmou.

 

Para a KPMG, há uma tendência de crescimento na busca pela isenção de impostos concedida às fabricantes de equipamentos que investem em pesquisa e desenvolvimento no país, devido principalmente aos efeitos do plano Brasil Maior. Em 2010, 875 empresas enviaram relatório de seus programas de Pesquisa, Desenvolvimento e de Inovação Tecnológica para a obtenção de benefícios. (Da redação)

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