MCTI decide apoiar desenvolvimento de antivirus e firewall nacionais


No programa de tecnologia para defesa cibernética, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação decidiu dar prioridade para o desenvolvimento da tecnologia nacional em dois produtos para internet: um antivirus e um firewall. Segundo o secretário de Política de Informática e Automação do MCTI, Virgílio Almeida, já foram destinados R$ 13 milhões para esse projeto.

Programas Prioritários

Os recursos dos programas prioritários da Lei de Informática – que foram depositados pelas indústrias que tinham benefícios fiscais em projetos indicados pelo MCTI, mas acabaram sendo questionados pelo TCU – vão poder ser utilizados pela Sepin, afirma Almeida, que está delineando outros programas prioritários para os recursos serem aplicados, entre eles, IoT, segurança e chip. O montante de recursos que estava sendo questionado pelo tribunal e que foi liberado é de cerca de R$ 70  milhões.

Em um balanço de sua atuação à frente da secretaria (assumiu em 2011 e deixará o cargo até o final deste ano para lecionar em Harvard) Almeida avalia que a TIC, ou a economia digital, como prefere dizer, perpassa hoje todos os setores econômicos.  Entre as ações de sua pasta, na produção de equipamentos destaca a renovação de Lei de Informática para até 2024 e a atração para o país de centros de P&D de grandes empresas de tecnologia (como SAP, Microsoft, Huawei, Baidoo), além do fortalecimento dos centros privados nacionais, como o Eldorado, e o CESAR e a entrega do super computador, com altíssima capacidade de investimento)

Na área de microeletrônica e serviços, o fortalecimento da fábrica de chip, a Ceitec; o lançamento dos programas de Start Ups; o programa de apoio à microeletrônica, o Padis e ao software, o programa Brasil Mais TI são os destaques. Na seara dos direitos, o Marco Civil da internet, e a NET Mundial também estão em seu balanço.

 

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