Mattos, do Cade, quer banda larga com recursos do Fust


O novo conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), César Mattos, é contra a inclusão da banda larga como obrigação nos contratos de concessão. Ele defende o uso dos recursos do Fust (Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações), por meio de leilão de subsídios, para resolver a questão da massificação da banda larga, …

O novo conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), César Mattos, é contra a inclusão da banda larga como obrigação nos contratos de concessão. Ele defende o uso dos recursos do Fust (Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações), por meio de leilão de subsídios, para resolver a questão da massificação da banda larga, de forma mais impessoal.

Mattos, que participou do 16º Encontro Tele.Síntese, da Momento Editorial, que discute “A Revisão dos Contratos de Concessão e a Banda Larga”, em Brasília, também defende que, nesse caso, seja adotada a neutralidade tecnológica, para evitar que a telefonia móvel substitua a fixa. "Acho que elas são complementares", disse.

Na opinião do conselheiro, o governo deve, antes de tudo, se indagar quais seriam os objetivos pretendidos antes de desenhar uma política de serviço universal para a banda larga. Para Mattos, abanda larga como obrigação de universalização, prejudica a entrada de outros players no mercado.

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