Marca BenQ-Siemens estréia no Brasil


A BenQ Mobile, empresa que adquiriu a divisão de celulares da Siemens, inicia a produção local dos dois primeiros modelos com a marca BenQ-Siemens (EL71 e E61). O celular EL71, aparelho da categoria voltada ao entretenimento, chega ao mercado brasileiro este mês. Já o modelo E61, também será exportado para outros países da América do …

A BenQ Mobile, empresa que adquiriu a divisão de celulares da Siemens, inicia a produção local dos dois primeiros modelos com a marca BenQ-Siemens (EL71 e E61). O celular EL71, aparelho da categoria voltada ao entretenimento, chega ao mercado brasileiro este mês. Já o modelo E61, também será exportado para outros países da América do Sul. Além da produção dos modelos com a nova marca, a companhia investiu, até agora, R$ 10 milhões em sua fábrica de Manaus. O aporte é direcionado à adaptação de linhas de produção, atualização tecnológica dos produtos e adequação para a linguagem local, que passam a contar com tecnologia BenQ.

Com os dois novos aparelhos, a unidade de Manaus alcança a produção de 15 modelos diferentes em 2006. A migração para a linha de produção com a tecnologia BenQ já está totalmente finalizada. Parte dos equipamentos utilizados para adaptação da unidade, foi importada de Taiwain, e os demais sistemas, desenvolvidos localmente. O intercâmbio de profissionais também foi necessário. Especialistas da matriz estiveram na unidade para auxiliar no processo.

Exportação

A empresa destaca que a produção nacional é importante para colocar a unidade brasileira entre as principais fabricantes de aparelhos do grupo. E também fortalecer a posição do país como plataforma de exportação de celulares. Atualmente, mais de 50% do que é fabricado em Manaus tem como destino países da América Latina, principalmente Argentina e Chile.

No Brasil, a empresa conta com cerca de mil funcionários e com uma unidade de produção em Manaus. Além disso, possui um Centro de P&D, responsável pelo desenvolvimento de novas tecnologias (desenvolvimento de software) e capacitação de mão-de-obra local. Ambos foram absorvidos pela aquisição da área de telefonia móvel da Siemens, em outubro do ano passado.

(Da Redação)

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