Maior evento de celular mantém o glamour, mas reflete a crise.


O Mobile World Congress, maior feira de telefonia móvel do mundo, que acontece anualmente em Barcelona (Espanha), mantém o glamour, mas também reflete a crise econômica mundial, com estandes mais simples e menos executivos/público presentes nos oito pavilhões da exposição. Como saída para a crise, todos apostam na banda larga. Nos estandes, muito telefone touch …

O Mobile World Congress, maior feira de telefonia móvel do mundo, que acontece anualmente em Barcelona (Espanha), mantém o glamour, mas também reflete a crise econômica mundial, com estandes mais simples e menos executivos/público presentes nos oito pavilhões da exposição. Como saída para a crise, todos apostam na banda larga.

Nos estandes, muito telefone touch screen, principalmente das marcas asiáticas, e diferentes aparelhos com o software aberto do Google, o Android. Na infraestrutura, os temas continuam a ser a LTE (quarta geração da telefonia móvel) prometida para o final do ano, e o WiMAX. As grandes operadoras, por sua vez, mantêm o dilema: ou fazem o up grade da tecnologia HSPA ou apostam no lançamento da LTE.

Parcerias entre os gigantes da informática e do mundo de telecom também foram concretizadas. Intel e Alcatel-Lucent anunciaram um acordo de interoperabilidade para o WiMAX, que entre outros objetivos irá validar os aparelhos móveis. A Sony comunica a adoção dos chips Gobi, da Qualcomm, para seus notebooks. A operadora européia Orange firma acordo com a fabricante de computadores norte-americana HP para a distribuição conjunta de mini-notebooks com acesso a banda larga fixa e móvel em todos os países onde presta o serviço. Enfim, é o mundo de telecom fazendo negócios em um ambiente em crise.

* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent

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