Mainframe resiste no mercado brasileiro


 A despeito dos altos preços e da mão-de-obra escassa, reclamações constantes dos gerentes de tecnologia das empresas usuárias, o Brasil, segundo a IDC (Internacional Data Corporation), tornou-se um dos filões de ouro para os fabricantes de mainframes. Isso porque, enquanto no mercado mundial se registra queda nas receitas provenientes das vendas de mainframes — baixaram …

 A despeito dos altos preços e da mão-de-obra escassa, reclamações constantes
dos gerentes de tecnologia das empresas usuárias, o Brasil, segundo a IDC
(Internacional Data Corporation), tornou-se um dos filões de ouro para os
fabricantes de mainframes. Isso porque, enquanto no mercado mundial se
registra queda nas receitas provenientes das vendas de mainframes —
baixaram de 14% em 2003 para cerca de 11% em 2006 –, no Brasil essa fatia
se matém estável em 30%. De acordo com a consultoria, não só é um mercado
equilibrado, como as vendas em unidade crescem além das expectativas. Entre
2003 e 2006, o mercado desse tipo de servidor sofreu uma curva de vendas que
foi de 52 unidades para 95 unidades. A explicação da estabilidade da receita
frente ao crescimento aquecido em vendas unitárias está em outro dado
apontado pela consultoria.

O mercado brasileiro registrou queda de 50% no
preço médio por unidade de equipamento. Segundo a IDC, em 2003 o preço
praticado por unidade era de US$ 4 milhões. Em 2006, a média da receita
ficou na casa dos US$ 190 milhões, que foram disputados pelas fornecedoras
IBM, Unisys, HP, Sun Microsystems e Fujtsu. Ainda de acordo com a
consultoria, o Brasil concentra uma grande base instalada de mainframes,
hoje estimada em 450 máquinas. Esses dados estão sendo levantados no estudo
Mainframe Market and Migration Trends que deve ser finalizado em meados de
abril.

(Fonte: assessoria de imprensa)

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