LTE: esforço de muitos anos.


 A 3G Americas lançou um documento – intitulado “GSM-UMTS Network Migration to LTE”, que traz uma série de considerações sobre a implementação da nova tecnologia móvel- a LTE  – sobre as redes de celular já existentes. O trabalho será longo e árduo, já que a LTE é uma solução toda IP para a nova mídia …

 A 3G Americas lançou um documento – intitulado “GSM-UMTS Network Migration to LTE”, que traz uma série de considerações sobre a implementação da nova tecnologia móvel- a LTE  – sobre as redes de celular já existentes. O trabalho será longo e árduo, já que a LTE é uma solução toda IP para a nova mídia convergente, em um ambiente que exigirá suporte e coordenação entre complexos ecossistemas de servidores de aplicações, aparelhos e terminais. “A adoção da LTE será um esforço de muitos anos”,afirma a entidade.

Como exemplo, cita estudo da empresa de consultoria Dell' Oro, na qual prevê que as estações rádio-bases  LTE representarão menos de 10% da base mundial de equipamentos pertencentes à 3rd Generation Partnership Project (3GPP) em 2013.

Os desafios são inúmeros. Entre eles, terá que haver no mercado aparelhos com capacidades multimodo para assegurar a cobertura existente e para isso será necessário construir uma infraestrutura que permita a coexistência das redes 2G-3G com a LTE.

Os terminais terão que ser ainda multibanda para permitir que o roaming seja mantido dentro da rede da operadora e nas redes das demais empresas. É uma babel de frequências ocupadas. Só como exemplo: a Europa usa as faixas de 900 MHz, 1,8 Ghz, e ou a de 2,1 Ghz. A América do Norte usa as faixas de 700 MHz, 800 MHz, 1,7 GHZ/2,1 Ghz e a de 1,9 Ghz.

A íntegra do estudo pode ser encontrada no link: http://www.3gamericas.org/documents/2010_LTE_Introduction_into_GSM-UMTS_Networks_Feb_2010_FINAL.pdf

Da Redação.

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