Lima defende uso de redes móveis para massificar educação


O ensino a distância e a autoeducação são ferramentas que não podem ser desconsideradas num esforço de melhorar a qualidade da educação em todos os níveis no país. Esta é a opinião do presidente da Vivo, Roberto Lima, apresentada nesta segunda-feira (7) à noite na reunião do grupo de trabalho que elaborará o relatório do …

O ensino a distância e a autoeducação são ferramentas que não podem ser desconsideradas num esforço de melhorar a qualidade da educação em todos os níveis no país. Esta é a opinião do presidente da Vivo, Roberto Lima, apresentada nesta segunda-feira (7) à noite na reunião do grupo de trabalho que elaborará o relatório do ciclo de debates promovido pela Comissão de Infraestrutura do Senado sobre Recursos Humanos para Inovação e Competitividade.

Lima disse que a rede de telefonia móvel já existente em todos os municípios brasileiros pode ser usada para levar a educação em regiões de baixa densidade demográfica e para reduzir a possibilidade de acesso a pessoas de diferentes classes sociais. “A internet ajuda a aproximação dos grupos mais fracos com os mais fortes, o que facilita o compartilhamento e a disseminação do conhecimento”, defendeu.

O presidente da Vivo também defende um maior envolvimento do setor de telecomunicações com a academia, no intuito de incentivar o desenvolvimento de softwares e aplicativos, que poderão se tornar produtos de exportações do país. “o Brasil tem um potencial extraordinário para ser um fornecedor mundial de software, tendo em vista a experiência já demonstrada no setor, aliada à criatividade dos pesquisadores”, enfatizou.

De acordo com Lima, as operadoras privadas têm todo o interesse em participar desse esforço porque entendem que o serviço de voz tende a desaparecer. “Conteúdo e conhecimento é o futuro das telecomunicações”, concluiu.

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