Mercados emergentes ganham destaque no impulso à inovação


shutterstock_ agsandrew_inovacao_tecnologiaA GE divulgou os resultados do Barômetro de Inovação Global de 2018. Intitulado de “Do caos à confiança: players, tecnologias e desafios emergentes”, o estudo revelou que, apesar de enfrentar desafios, os executivos estão mais confiantes quando se trata de impulsionar o crescimento por meio da inovação, além de estarem melhor preparados para torná-la uma modalidade fundamental nos negócios.

Uma tendência já percebida na edição anterior do estudo se tornou realidade. Os mercados emergentes ganham um destaque maior no impulso da inovação. Os países que tradicionalmente dominavam a liderança global da inovação, principalmente os EUA e a Alemanha, estão estagnados e cedendo terreno para a Ásia. E os atuais líderes de incentivo à inovação são as multinacionais e o setor privado, enquanto as PMEs, empresários e o governo parecem ter perdido um pouco de seu foco no assunto.

O estudo mostrou ainda uma nova tendência no mercado. A diminuição da importância da velocidade e mais ênfase na proteção de seus negócios fez com que os executivos começassem a rever suas realidades. Em 2018, a estratégia preferida entre os entrevistados é realizar todos os testes com novos produtos antes de lançá-los no mercado.  Além disso, eles estão mais dispostos a aguardar o ROI de longo prazo para um avanço inovador (84%) e possuem uma estrutura e processo claros para medir esse retorno (50%).

Entre os desafios citado estão a falta de investimento para projetos, incapacidade de escalar as inovações para um mercado mais amplo, necessidade das empresas de assumirem riscos e ausência de talentos/habilidades adequadas. Para os líderes, a força de trabalho é o elemento mais importante para o sucesso da inovação na maioria dos mercados e esse desafio tem crescido cada vez mais.

A novidade na pesquisa deste ano foram questões sobre o impacto de políticas protecionistas sobre inovação e negócios. A maioria dos executivos globais (55%) acredita que as políticas protecionistas beneficiam as empresas nacionais e 73% acreditam que elas são boas para a força de trabalho. No entanto, 68% acreditam globalmente que seu governo não consegue acompanhar o ritmo das mudanças.

 

 

 

 

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