IPTV Américas oferece IPTV com MPEG-4 a operadoras da América Latina


Não há maiores informações sobre investidores, nem fornecedores, ou sobre a capitalização da empresa, mas desde o mês passado a mídia internacional vem falando sobre a IPTV Américas, empreendimento criado e dirigido pelo chileno Álvaro Gazzolo, que comandou por décadas a operação da PanAmSat em toda a América Latina. A oferta de Gazzolo às pequenas …

Não há maiores informações sobre investidores, nem fornecedores, ou sobre a capitalização da empresa, mas desde o mês passado a mídia internacional vem falando sobre a IPTV Américas, empreendimento criado e dirigido pelo chileno Álvaro Gazzolo, que comandou por décadas a operação da PanAmSat em toda a América Latina.

A oferta de Gazzolo às pequenas e médias operadoras de telecomunicações latino-americanas é uma solução para prover TV via ADSL, a curtíssimo prazo (ainda neste terceiro trimestre) e praticamente sem investimentos. Em poucas palavras, IPTV em MPEG-4, o primeiro serviço com esse padrão de compressão. Para isso, encomendou à Tandberg Television codificadores EN5930, que serão usados na cabeceira centralizada da IPTV Américas, em Miami.

Inicialmente, a empresa de Gazzolo oferecerá às operadoras um pacote de 60 canais básicos e premium para que revendam aos seus clientes, além de serviços de vídeo sob demanda e pay-per-view. Os serviços serão distribuídos à América Latina através de infra-estrutura óptica existente, collocation do NAP das Américas Terremark, além do entrocamento dessa provedora na Flórida para chegar diretamente às redes que atendem a América Latina.

Segundo informa a IPTV Américas, um grupo industrial aportará recursos para garantir o investimento necessário ao início da operação, tanto no que concerne à aquisição de canais de TV, como para baratear os custos envolvidos em setop boxes e middleware. De acordo com  Gazzolo, a iniciativa também representa uma boa oportunidade para os programadores, já que a extensa cobertura das operadoras de telecom permitirá que os sinais de TV alcancem consumidores das classes C e D, que têm pouco acesso à TV paga.

(Da Redação, com agências internacionais)

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