Iost pesquisa perfil do assinante de banda larga móvel


Os benefícios da tecnologia 3G, implantada desde 2006 no Brasil, ainda não são percebidos pelo consumidor como um serviço de alta qualidade comparado ao de banda larga fixa. É o que constata a pesquisa realizada pelo Iost (Instituto Observatório das Telecomunicações, Inclusão Digital e Social), em parceria com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O …

Os benefícios da tecnologia 3G, implantada desde 2006 no Brasil, ainda não são percebidos pelo consumidor como um serviço de alta qualidade comparado ao de banda larga fixa. É o que constata a pesquisa realizada pelo Iost (Instituto Observatório das Telecomunicações, Inclusão Digital e Social), em parceria com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O levantamento contemplou 70 assinantes da banda larga móvel de diferentes regiões do país, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Bahia.

Segundo os resultados, 65% dos assinantes reclamaram da inexistência de flexibilidade nos preços dos planos de banda larga móvel e acreditam que, em comparação com a banda larga fixa, a móvel demonstra velocidade e qualidade menor. Porém, reconhecem os benefícios da mobilidade do equipamento 3G.

O estudo também demonstrou que os assinantes pesquisados utilizam preferencialmente os serviços de troca de e-mail; em segundo lugar acessam sites e, em terceiro, baixam arquivos de documentos em seus computadores. Além disso, o levantamento mostrou que 50% dos consumidores utilizam banda larga móvel em seus notebooks e que optaram pelo serviço, em primeiro lugar, por causa do preço. O segundo motivo de adesão é pelo fato de poder utilizar a internet em qualquer lugar.

Segundo o presidente do Iost, José Zunga, o objetivo da pesquisa foi levantar o perfil e a percepção dos assinantes de banda larga móvel. "Com essas informações é possível não só verificar como o setor de telecomunicações se modifica e como as pessoas reagem a estas mudanças, como servem também para subsidiar ações das operadoras", disse. (Da redação)

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