Investigada, TIM nega envolvimento em escândalo de corrupção no Carf


A TIM divulgou nota rechaçando qualquer envolvimento em esquema de pagamento de propina aos integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). O órgão julga casos de sonegação e recursos de contribuintes em dívida com a Receita Federal. No texto, a empresa diz que “refuta veementemente uso de práticas indevidas em seus processos” e frisa que “se resguarda ao direito de tomar as medidas legais cabíveis contra condutas difamatórias”.

Segundo o jornal o Estado de S.Paulo, a operadora seria uma das 74 empresas e pessoas físicas investigadas por pagar propina a conselheiros para ter suas sanções abrandadas em processos de sonegação de tributos federais. A investigação foi batizada de Operação Zelotes. Fariam parte do esquema, ainda, integrantes do Partido Progressista (PP). O valor dos processos sob escrutínio, e que teriam beneficiado as empresas envolvidas, alcança R$ 19 bilhões.

Abaixo, leia a íntegra da nota da TIM:
“A TIM, assim como outras grandes empresas, possui processos em andamento no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), sendo frequentemente contatada por escritórios de advocacia interessados em assessorar a companhia nesses casos. Em linha com sua conduta ética e rigorosa, a TIM opta sempre por atuar em parceria com escritórios reconhecidos e respeitados por sua total e irrepreensível idoneidade. Dessa forma, a operadora refuta veementemente uso de práticas indevidas em seus processos junto ao CARF ou qualquer outra instância administrativa de julgamento de questões tributárias federais e não tem nenhuma informação oficial de qualquer questionamento, além de estar à disposição para colaborar com as investigações e apoiar as finalidades da operação. A companhia acompanhará o desdobramento do assunto e se resguarda ao direito de tomar as medidas legais cabíveis contra condutas difamatórias”.

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