Interconexão garante ganhos em custos e performance


Com usuários exigindo experiências mais dinâmicas e otimizadas, a competição entre empresas hoje no mundo virtual tem sido medida pelo desempenho, escalabilidade e rapidez com que lançam seus produtos e serviços no mercado. Afinal, os negócios digitais demandam cada vez mais interações em tempo real para interconectar o fluxo de pessoas, coisas, locais, clouds e dados de forma estratégica. No entanto, conectar cada uma das aplicações pode ser muito caro, se não houver um ponto único de troca de tráfego entre as empresas.

De acordo com a previsão do IDC, até o final de 2021, pelo menos 50% do PIB global estará digitalizado. A velocidade de interconexão passa a ter um papel preponderante para a solidez de um negócio digital. Estima-se que a capacidade instalada de velocidade de interconexão entre empresas e provedores de serviço deverá ser cinco vezes maior do que a atual, atingindo mais de 8.200 Tbps, em 2021, conforme o estudo Global Interconnection Index, realizado pela Equinix.

As empresas precisam ser capazes de chegar em todos os lugares, interconectar-se com todos os públicos de interesse e integrar-se a tudo. Por conta disso, pessoas, software e máquinas estão consumindo dados a uma velocidade e diversidade de locais jamais imaginadas. Por meio da interconexão direta, as empresas trocam dados de forma segura entre si.

“O tráfego de interconexão privada deverá crescer 48% (CAGR) ao ano até 2021. É um crescimento duas vezes maior do que a internet pública. Para escoar o tráfego, não adianta mais as empresas ficarem olhando só para a banda de internet, que é um recurso escasso e caro”, explica Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil.

O escoamento do tráfego por meio de interconexão permite às empresas ganhos em custos e performance, assim como desenvolver estratégias de troca de tráfego entre si em um ambiente compartilhado, chamado comumente de Internet Exchange (IX).

Através do IX, a empresa passa a ter acesso direto a inúmeros provedores de conteúdo, operadoras e empresas através de uma única conexão física. “Uma das vantagens desse ambiente é que os interesses de tráfego são resolvidos direta e localmente e não por meio de rede de terceiros, fisicamente distantes”, diz Eduardo.

Proposta inovadora

Desde sua fundação em 1998, no Vale do Silício, a Equinix – além de oferecer serviços de um data center tradicional como colocation e conectividade – nasceu com a proposta de criar um ecossistema dentro de seus datas centers para promover a troca de tráfego entre empresas de vários segmentos, provedores de conteúdo, provedores de serviços de rede (NSPs) e de internet (ISPs).

No Brasil, a Equinix começou a operar a partir da aquisição da ALOG, em 2014, e manteve seu posicionamento de neutralidade. Com a expansão do Equinix Internet Exchange (IX) para todos os data centers da empresa em São Paulo, concluída em setembro deste ano, a empresa torna-se o primeiro data center a viabilizar a troca de tráfego entre corporações e provedores de redes, infraestruturas públicas e privadas, em um mesmo ecossistema.

A plataforma traz alguns diferenciais como a troca de tráfego entre empresas e provedores dentro de uma infraestrutura “carrier-class”. Segundo Diego Julidori, gerente de produtos da Equinix no Brasil, trata-se de uma nova opção para o mercado nacional, oferecendo agilidade na instalação, time de engenharia de rede com velocidade de atendimento agressivo, concedendo ao cliente independência para gerir a plataforma. Os preços são competitivos e o Service Level Agreement (SLA) de disponibilidade no contrato, de 99,99%.

O cliente também tem acesso ao Portal IX, que fornece gráficos e estatísticas detalhadas de tráfego baseadas em sFlow, relatórios de participantes em todos os locais onde o Equinix Internet Exchange está disponível, detalhes técnicos sobre o serviço e sugestões de parceiros de peering.

A estrutura está disponível no Brasil através dos data centers da Equinix localizados em São Paulo. “A necessidade de interconexão nunca foi tão importante para o futuro dos negócios digitais”, diz Diego. Na sua opinião, as empresas e provedores de serviço que souberem como explorar o potencial da interconexão para fortalecer e acelerar suas estratégias digitais vão estar na liderança.

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