Instituto Claro anuncia projetos vencedores da 8ª edição do Campus Mobile


O Instituto Claro divulgou hoje, 6, os projetos vencedores da 8ª edição do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo realizado pela Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), com patrocínio do Instituto Claro e apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). A iniciativa busca estimular os estudantes universitários e jovens recém-formados a desenvolverem soluções por meio de aplicativos, produtos e serviços do segmento mobile que promovam impacto social e benefícios à população.

O anúncio foi feito após a banca final, realizada ontem com profissionais do mercado representando as diferentes categorias para avaliar e computar todos os votos e informações necessárias para a escolha dos vencedores. Os autores dos projetos escolhidos poderão conhecer o Vale do Silício, na Califórnia, EUA, em data a ser confirmada, com imersão em algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, além de receberem uma quantia destinada para o aperfeiçoamento de seus projetos.

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Conheça os projetos vencedores da 8ª edição:

Categoria Educação

Representando o estado da Paraíba, o aplicativo Julius tem como objetivo solucionar e conscientizar o consumidor sobre a sua situação financeira e ajudá-lo a atingir suas metas. Para isso utiliza uma tecnologia inovadora, que une educação personalizada com uma ferramenta intuitiva de organização e acompanhamento das finanças pessoais. A plataforma foi desenvolvida pelos estudantes Daniel Rodrigues Coura e Daniele Aparecida de Melo Silva Coura, da Universidade Federal de Campina Grande.

Categoria Saúde

No estado de Pernambuco, o aplicativo AuTapp tem o objetivo de conectar pais e terapeutas de forma a auxiliar no cotidiano de crianças que possuem o Transtorno do Espectro Autista. O app funciona como um diário da criança, onde os pais/responsáveis podem reportar aos terapeutas os comportamentos incomuns em seu dia a dia e, também, planejar a rotina da criança e antecipar suas atividades. A solução foi criada pelos estudantes Laís Bandeira Miranda da Silva, Gabriela Alves Rodrigues e Erick de Almeira Oliveira Riso, da Universidade Federal de Pernambuco.

Categoria Games

Em São Paulo, o JumonGO foi criado com o propósito de ensinar e apresentar, de forma didática e divertida, o alfabeto japonês. A solução, desenvolvida pelos estudantes da Unicamp Carlos Eduardo Pereira Marques, Arthur Lucas da Silva Nogueira e Thiago Lima Costa, traz como protagonista um estudante de uma escola de magia que possui dificuldades na matéria de Feitiçaria, então um portal aparece e monstros começam a ameaçar sua escola e amigos. Para enfrentá-los, ele deve aprender Jumon-go (japonês).

A história do jogo segue o modelo da jornada do herói, que é apresentada na forma de HQ. A cada fase, o jogador aprende um grupo de até cinco novos kanas (caracteres), que deverão ser desenhados na tela na ordem e no formato corretos para eliminar a onda de monstros que se aproxima.

Categoria Smart Cities

Representando o estado de Santa Catarina, o NIDE – Monitoramento de morros e encostas usa dados de rede, por meio de sensores introduzidos em áreas de riscos, e técnicas de aprendizado de máquina para evitar desastres. Com o equipamento instalado será possível monitorar em tempo real as fendas e fissuras nas áreas de interesse. Em caso de movimentação incomum do solo, os moradores recebem um alerta em seus celulares por meio de SMS ou internet via rádio. Ainda há possibilidade de instalar sirenes em áreas sem sinal de telefonia.

A plataforma foi desenvolvida pelos estudantes Nathã Vieira de Azevedo, do Instituto Federal Catarinense (IFC), e José Luis Maziero Baretta e Vinicius Zgoda Parizotto, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Categoria Smart Farms

No estado do Pará, o aplicativo FARM.GO – Agricultura Familiar em um Click visa conectar produtos da agricultura familiar a pessoas da cidade em que o app está sendo utilizado e que procuram por alimentos saudáveis sem sair de casa. Além disso, o aplicativo conta com entregadores parceiros e que podem se cadastrar na plataforma e receber por horas trabalhadas. A plataforma foi desenvolvida por Mauricio Pantoja, estudante na Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará.

Categoria Diversidade

Representando o Rio de Janeiro, o Radar do Preconceito foi desenvolvido pelo estudante da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Nathan Aguiar Neves. O portal funciona para relatar diferentes tipos de preconceito e discriminações. As denúncias são anônimas, mas também agrega dados de portais de notícias, gerando um mapa de calor que mostra quais pontos do país possuem mais casos de preconceito. Além disso as vítimas podem procurar psicólogos e advogados que queiram ceder de forma gratuita seus serviços por meio da plataforma. (Com assessoria de imprensa)

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