A Brasil Telecom (BrT) pode não entrar no leilão de 3G. Segundo declarou hoje, durante o Wimax Brazil Conference 2007, Orlando Rushel, reponsável por WiMAX na operadora, “estamos esperando a Anatel decidir se as operadoras poderão comprar licenças em suas áreas”. Ele afirma que estão sendo realizados estudos para avaliar se compensa adquirir freqüências, que, “considerando a quantidade de obrigações de universalização impostas, estão caras”. E Ruschel destacou também que a BrT “tem um número maior de cidades com menos de 30 mil habitantes para atender, e por isso vejo que nossa região (a II), que é também a mais cara, está sendo penalizada”.
Para o executivo, a alternativa para a BrT seria desenvolver 3G em 1,8 GHz. “Estamos realizando testes em Brasília com tecnologia HSPDA”. Segundo Ruschel, “vamos usar 3G com HSPDA onde der, e onde a utilização dessa freqüência é inviávável, vamos com rede metálica, complementando uma rede WiMAX", explicou o executivo. Nesta tecnologia a operadora já adquiriu equipamentos da Alcatel-Lucent, e finaliza testes com soluções da Ericsson.









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