Como informado à Anatel, a Telefônica apresentou, em reunião de seu conselho de administração realizada no dia 17 de fevereiro, em São Paulo, a posição do regulador em relação às metas de instalação do backhaul nos municípios. Ou seja, o backhaul é bem reversível à União, já que está sendo construído no lugar dos Postos de Serviços de Telecomunicações antes previstos nas metas de universalização, cujo valor já foi descontado do preço de venda das operadoras à época da privatização. E isso deverá constar de um aditivo ao contrato, como reivindica a Justiça que analisa ação impetrada pela Pro Teste, entidade de defesa do consumidor, contra a troca de metas.
O conselho de administração da Telefônica, ao contrário do conselho da Oi que a autorizou a fazer a assinatura do aditivo, só vai se pronunciar quando o texto for apresentado pela Anatel. Para isso, será convocado extraordinariamente. Mas será uma convocação formal, já que o presidente do Grupo Telefônica, Antonio Carlos Valente, tem declarado que não há nenhuma dúvida de entendimento: para ele, o que faz parte da troca de metas de universalização é bem reversível à União.









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