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Na nota a empresa destaca, sobre seu modelo de negócios, que trabalha com mais de 55 canais de parceiros certificados para vender produtos e serviços no país, e que “mais de 90% dos negócios da Cisco no Brasil fluem através de parcerias com canais de distribuição”. A Cisco destacou realizar “um planejamento fiscal adequado que inclui o respeito às leis e práticas tributárias e de importação”, e acredita que “revendedores e distribuidores devem fazer o mesmo”. E avalia que “se ocorreram fraudes fiscais nas empresas que distribuem ou revendem nossos produtos, não somos necessariamente responsáveis por essas ações”. E destaca que nenhuma corporação que opere com um modelo de vendas indiretas pode “endossar ou controlar diretamente todas as ações de seus distribuidores”, ainda que empresas de auditoria sejam contratadas para auditar esporadicamente seus distribuidores.
A empresa reitera ainda que este modelo de atuação se repete globalmente, há muitos anos, e “mais de 80% dos negócios da Cisco fluem através de canais parceiros, que assumem o processo de importação”. Segundo a nota, esse modelo não é inadequado, sendo utilizado por fabricantes de diversas áreas, em todo o mundo, sendo que os fabricantes fornecem descontos a seus revendedores e oferecem descontos adicionais para auxiliá-los em situações especialmente competitivas. Assim, afirma a empresa, “os descontos fornecidos aos nossos revendedores no Brasil estão em total consonância com os que fornecemos em todo o mundo e não têm nada a ver com impostos alfandegários brasileiros”.
Os próximos passos, conclui a nota, se dirigem no sentido de “entender melhor os detalhes e fatos da situação no Brasil”, com a empresa fazendo todo o possível para cooperar com as autoridades brasileiras, além de conduzir “sua própria investigação interna para melhor compreender os acontecimentos e fornecer as informações mais completas possíveis”. (Da Redação)
Plantão de Notícias | TeleSíntese
Não somos responsáveis por fraudes em distribuidores, diz Cisco
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- Domingo, 28 Outubro 2007 22:00
Na nota a empresa destaca, sobre seu modelo de negócios, que trabalha com mais de 55 canais de parceiros certificados para vender produtos e serviços no país, e que “mais de 90% dos negócios da Cisco no Brasil fluem através de parcerias com canais de distribuição”. A Cisco destacou realizar “um planejamento fiscal adequado que inclui o respeito às leis e práticas tributárias e de importação”, e acredita que “revendedores e distribuidores devem fazer o mesmo”. E avalia que “se ocorreram fraudes fiscais nas empresas que distribuem ou revendem nossos produtos, não somos necessariamente responsáveis por essas ações”. E destaca que nenhuma corporação que opere com um modelo de vendas indiretas pode “endossar ou controlar diretamente todas as ações de seus distribuidores”, ainda que empresas de auditoria sejam contratadas para auditar esporadicamente seus distribuidores.
A empresa reitera ainda que este modelo de atuação se repete globalmente, há muitos anos, e “mais de 80% dos negócios da Cisco fluem através de canais parceiros, que assumem o processo de importação”. Segundo a nota, esse modelo não é inadequado, sendo utilizado por fabricantes de diversas áreas, em todo o mundo, sendo que os fabricantes fornecem descontos a seus revendedores e oferecem descontos adicionais para auxiliá-los em situações especialmente competitivas. Assim, afirma a empresa, “os descontos fornecidos aos nossos revendedores no Brasil estão em total consonância com os que fornecemos em todo o mundo e não têm nada a ver com impostos alfandegários brasileiros”.
Os próximos passos, conclui a nota, se dirigem no sentido de “entender melhor os detalhes e fatos da situação no Brasil”, com a empresa fazendo todo o possível para cooperar com as autoridades brasileiras, além de conduzir “sua própria investigação interna para melhor compreender os acontecimentos e fornecer as informações mais completas possíveis”. (Da Redação)
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