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Ao definir seu plano de expansão, a operadora estabeleceu alguns critérios, que consideram aspectos de mercado, como concentração dos serviços, concentração demográfica, a oferta da concorrência, se o produto da GVT se encaixa naquele perfil de mercado e, ainda, características da engenharia (como a proximidade da localidade escolhida em relação ao backbone da GVT), além das facilidades, ou dificuldades impostas pelo município na liberação de licenças para a construção da rede. No caso de Fortaleza, por exemplo, os 75 mil acessos de banda larga e de voz cobrem 30% da cidade. "Em São Paulo, para cobrirmos 30% seria necessário um volume muito maior de acessos", explica Troller.
Com a demanda reprimida e a falta de competição no Nordeste, a operadora obtém mais rapidamente o retorno do investimento na rede - a empresa constrói sempre rede própria, em fibra óptica e usa o par de cobre apenas para a última milha. Em novembro de 2009, a GVT iniciou a prestação de serviços em Recife e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, cidades escolhidas pelos mesmos critérios. "A região Nordeste é muito importante para o crescimento da operada. O plano da empresa é ampliar de 40% a 45% a cobertura inicial nas três cidades, com novos bairros a serem atendidos no segundo semestre deste ano e ao longo de 2011, com foco nas capitais Fortaleza e João Pessoa", informou o vice-presidente. "A expansão geográfica, que começou por Belo Horizonte, Espírito Santo e já chegou ao Nordeste é o que está possibilitado o crescimento da GVT a taxas altas", acrescentou.
Sem falar em números -- a GVT ainda tem ações em bolsa --, Troller informa que a operação nas duas cidades de Pernambuco já tem um bom resultado. "Para se ter uma idéia, a penetração média da banda larga da GVT, na base total, é de 77%, enquanto em Recife, a penetração tem sido de 85%", revela Troller. Além da demanda repirimida, ele cita como motivo do sucesso a oferta. "A GVT cobra mensalidade de R$ 69,90 para um acesso com velocidade de até 10 mega, quando o consumidor está acostumado a pagar R$ 149,00 por uma conexão de 1 mega", comenta o executivo. Na oferta combinada de banda larga com telefonia fixa, o serviços podem ter o preço reduzido.
Plantão de Notícias | TeleSíntese
Nordeste é estratégico para a GVT
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- Terça, 13 Abril 2010 21:00
Ao definir seu plano de expansão, a operadora estabeleceu alguns critérios, que consideram aspectos de mercado, como concentração dos serviços, concentração demográfica, a oferta da concorrência, se o produto da GVT se encaixa naquele perfil de mercado e, ainda, características da engenharia (como a proximidade da localidade escolhida em relação ao backbone da GVT), além das facilidades, ou dificuldades impostas pelo município na liberação de licenças para a construção da rede. No caso de Fortaleza, por exemplo, os 75 mil acessos de banda larga e de voz cobrem 30% da cidade. "Em São Paulo, para cobrirmos 30% seria necessário um volume muito maior de acessos", explica Troller.
Com a demanda reprimida e a falta de competição no Nordeste, a operadora obtém mais rapidamente o retorno do investimento na rede - a empresa constrói sempre rede própria, em fibra óptica e usa o par de cobre apenas para a última milha. Em novembro de 2009, a GVT iniciou a prestação de serviços em Recife e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, cidades escolhidas pelos mesmos critérios. "A região Nordeste é muito importante para o crescimento da operada. O plano da empresa é ampliar de 40% a 45% a cobertura inicial nas três cidades, com novos bairros a serem atendidos no segundo semestre deste ano e ao longo de 2011, com foco nas capitais Fortaleza e João Pessoa", informou o vice-presidente. "A expansão geográfica, que começou por Belo Horizonte, Espírito Santo e já chegou ao Nordeste é o que está possibilitado o crescimento da GVT a taxas altas", acrescentou.
Sem falar em números -- a GVT ainda tem ações em bolsa --, Troller informa que a operação nas duas cidades de Pernambuco já tem um bom resultado. "Para se ter uma idéia, a penetração média da banda larga da GVT, na base total, é de 77%, enquanto em Recife, a penetração tem sido de 85%", revela Troller. Além da demanda repirimida, ele cita como motivo do sucesso a oferta. "A GVT cobra mensalidade de R$ 69,90 para um acesso com velocidade de até 10 mega, quando o consumidor está acostumado a pagar R$ 149,00 por uma conexão de 1 mega", comenta o executivo. Na oferta combinada de banda larga com telefonia fixa, o serviços podem ter o preço reduzido.
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