juegos
Um estudo divulgado pela GfK (Growth from Knowledge), empresa britância de pesquisa de mercado, no Congresso Mundial Móvel, realizado em Barcelona no início de fevereiro, aponta que, no ano passado, foram vendidos 1,1 bilhão de aparelhos celulares em todo o mundo, um incremento de 165 milhões em relação ao ano de 2006, o melhor desempenho dos últimos cinco anos.
Este crescimento é liderado pelos mercados emergentes. A China, sozinha, adquiriu 1/5 de todos os telefones móveis e, mesmo assim, a teledensidade chinesa (número de celulares para cada 100 habitantes) é de apenas 40%.
Um aspecto interessante apontado pela pesquisa é que os aparelhos de terceira geração ainda são em reduzidíssimo número – apenas 16% da população mundial tem um celular 3G –. Mas esses poucos usuários estão fazendo a alegria das operadoras de telefonia móvel, pois foram responsáveis por 45% das receitas geradas com os conteúdos de entretenimento vendidos pelas empresas. Quem tem 3G torna-se, rapidamente, um “heavy user” em comunicação de dados.
Modelos
Entre os tipos de aparelhos mais vendidos, aqueles mais simples, do tipo “barra de chocolate”, continuam a abocanhar mais de 70% do mercado, embora os aparelhos mais sofisticados (e mais caros) estejam paulatinamente ampliando o seu espaço.
Se os aparelhos com câmeras fotográficas já são quase que banais nos países desenvolvidos (na Coréia do Sul e Japão, por exemplo, praticamente todos os celulares comprados no ano passado vinham com a câmera embutida) os aparelhos com MP3 e rádio crescem na preferência dos usuários de qualquer região do globo.
GPS e TV
O estudo demonstra também que a TV móvel e a tecnologia de localização pelo celular (o GPS) ainda não deslancharam. Conforme a GfK, apenas 2% dos celulares comercializados no ano passado contavam com o GPS. E os terminais que permitem acessar os sinais de TV só foram adquiridos na Coréia do Sul e Japão.
Um bilhão de celulares vendidos no ano passado
- Detalhes
- Terça, 26 Fevereiro 2008 07:30
- Escrito por Miriam Aquino
Um estudo divulgado pela GfK (Growth from Knowledge), empresa britância de pesquisa de mercado, no Congresso Mundial Móvel, realizado em Barcelona no início de fevereiro, aponta que, no ano passado, foram vendidos 1,1 bilhão de aparelhos celulares em todo o mundo, um incremento de 165 milhões em relação ao ano de 2006, o melhor desempenho dos últimos cinco anos.Este crescimento é liderado pelos mercados emergentes. A China, sozinha, adquiriu 1/5 de todos os telefones móveis e, mesmo assim, a teledensidade chinesa (número de celulares para cada 100 habitantes) é de apenas 40%.
Um aspecto interessante apontado pela pesquisa é que os aparelhos de terceira geração ainda são em reduzidíssimo número – apenas 16% da população mundial tem um celular 3G –. Mas esses poucos usuários estão fazendo a alegria das operadoras de telefonia móvel, pois foram responsáveis por 45% das receitas geradas com os conteúdos de entretenimento vendidos pelas empresas. Quem tem 3G torna-se, rapidamente, um “heavy user” em comunicação de dados.
Modelos
Entre os tipos de aparelhos mais vendidos, aqueles mais simples, do tipo “barra de chocolate”, continuam a abocanhar mais de 70% do mercado, embora os aparelhos mais sofisticados (e mais caros) estejam paulatinamente ampliando o seu espaço.
Se os aparelhos com câmeras fotográficas já são quase que banais nos países desenvolvidos (na Coréia do Sul e Japão, por exemplo, praticamente todos os celulares comprados no ano passado vinham com a câmera embutida) os aparelhos com MP3 e rádio crescem na preferência dos usuários de qualquer região do globo.
GPS e TV
O estudo demonstra também que a TV móvel e a tecnologia de localização pelo celular (o GPS) ainda não deslancharam. Conforme a GfK, apenas 2% dos celulares comercializados no ano passado contavam com o GPS. E os terminais que permitem acessar os sinais de TV só foram adquiridos na Coréia do Sul e Japão.
tv.síntese
Telefônica vai dar prioridade ao vídeo na fibra

Entrevista com Antonio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefônica no Brasil
hoje, em destaque
O problema da Telebras não é orçamento. É gente.

Uma das prioridades da direção da Telebras é aumentar significativamente, senão dobrar, seu quadro de 220 funcionários. De acordo com Caio Bonilha, presidente da estatal, ainda este ano será realizado um concurso para preencher as novas vagas.
Leia mais +

