juegos
A proposta transfere poderes de agências reguladoras; unifica a política de radiodifusão e de telecomunicações, criando serviços convergentes; e estabelece novos conceitos para as redes de rádio e TV abertas. Incorpora ainda as mudanças que estão hoje em processo de aprovação pelo Congresso Nacional (como o PL 116 e o projeto das rádios comunitárias) e chega a abrir uma brecha para a regulação do conteúdo televisivo na internet.
Para abarcar tantas frentes, a proposta formulada pelo então ministro Franklin Martins extingue, entre outras legislações, a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), o Código Brasileiro de Radiodifusão e os decretos de radiodifusão. Mas o projeto não faz nenhuma proposta de Emenda Constitucional, que iria demandar uma quantidade muito maior de votos parlamentares para ser aprovada. Ou seja, o projeto foi formulado para se adequar integralmente aos artigos 221 e 222 da Constituição Federal, que tratam da comunicação social e das telecomunicações.
Em síntese, unifica em um único marco legal o conteúdo digital (seja voz, dados ou imagens) e os meios para transmiti-lo. O Ministério das Comunicações (Minicom) é fortalecido como poder concedente, passando ter duas agências subordinadas: a Anatel, que permanece com sua estrutura, e a atual Ancine, hoje no Ministério da Cultura (MinC), é transferida para o Minicom, passando a se chamar Agência Nacional de Comunicação (ANC). O fomento à produção cinematográfica nacional é a única atividade que não fará mais parte das atribuições dessa agência, permanecendo com o MinC.
Veja a íntegra do artigo no Tele.Síntese Análise (edição nº 275, de 21 de janeiro de 2010).
O que muda com o projeto de lei da mídia
- Detalhes
- Segunda, 24 Janeiro 2011 16:13
- Escrito por Miriam Aquino
A proposta transfere poderes de agências reguladoras; unifica a política de radiodifusão e de telecomunicações, criando serviços convergentes; e estabelece novos conceitos para as redes de rádio e TV abertas. Incorpora ainda as mudanças que estão hoje em processo de aprovação pelo Congresso Nacional (como o PL 116 e o projeto das rádios comunitárias) e chega a abrir uma brecha para a regulação do conteúdo televisivo na internet.
Para abarcar tantas frentes, a proposta formulada pelo então ministro Franklin Martins extingue, entre outras legislações, a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), o Código Brasileiro de Radiodifusão e os decretos de radiodifusão. Mas o projeto não faz nenhuma proposta de Emenda Constitucional, que iria demandar uma quantidade muito maior de votos parlamentares para ser aprovada. Ou seja, o projeto foi formulado para se adequar integralmente aos artigos 221 e 222 da Constituição Federal, que tratam da comunicação social e das telecomunicações.
Em síntese, unifica em um único marco legal o conteúdo digital (seja voz, dados ou imagens) e os meios para transmiti-lo. O Ministério das Comunicações (Minicom) é fortalecido como poder concedente, passando ter duas agências subordinadas: a Anatel, que permanece com sua estrutura, e a atual Ancine, hoje no Ministério da Cultura (MinC), é transferida para o Minicom, passando a se chamar Agência Nacional de Comunicação (ANC). O fomento à produção cinematográfica nacional é a única atividade que não fará mais parte das atribuições dessa agência, permanecendo com o MinC.
Veja a íntegra do artigo no Tele.Síntese Análise (edição nº 275, de 21 de janeiro de 2010).
tv.síntese
Telefônica vai dar prioridade ao vídeo na fibra

Entrevista com Antonio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefônica no Brasil
hoje, em destaque
O problema da Telebras não é orçamento. É gente.

Uma das prioridades da direção da Telebras é aumentar significativamente, senão dobrar, seu quadro de 220 funcionários. De acordo com Caio Bonilha, presidente da estatal, ainda este ano será realizado um concurso para preencher as novas vagas.
Leia mais +

