Hughes e Yahsat formam joint venture no Brasil


A Hughes Network Systems e a Al Yah Satellite Communications (Yahsat) anunciaram hoje, 6, a criação de uma joint venture para fornecer serviços de banda larga Ka via satélite no Brasil. A Hughes terá a maior participação na joint venture.

A conclusão dessa transação está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios (Cade e Anatel) e “outras condições habituais”. A expectativa das empresas é que ocorra ainda neste ano.

A parceria vai unir a operação da Hughes do Brasil com a empresa de banda larga residencial da Yahsat. A primeira oferece acesso de banda larga satelital usando capacidade de satélites da Eutelsat e Telesat. A segunda vende capacidade do satélite próprio Al-Yah 3.

A empresa resultante da joint venture vai fazer o que ambas as sócias fazem hoje individualmente: vender banda larga satelital no varejo e no atacado, com soluções residenciais, de WiFi comunitário, corporativas, e de backhaul para operadoras móveis.

A capacidade total em banda Ka da JV passa dos 65 Gbps graças ao uso dos satélites HTS Hughes 65 West (Eutelsat), Hughes 63 West (Telesat) e Al-Yah 3, alcançando mais de 95% da população brasileira. Também inclui os três gateways de Hughes e Yahsat no Brasil.

Além da capacidade combinada, a joint venture vai usar capacidade do futuro satélite JUPITER 3 Ultra High Density Satellite (UHDS), conhecido como EchoStar XXIV, previsto para ser lançado em 2021.

Em 2018, a Hughes e a Yahsat lançaram uma joint venture para fornecer serviços de banda larga via satélite no Oriente Médio, na África e no Sudeste Asiático.

“A formação de uma nova joint venture com a Hughes no Brasil vai fortalecer o cenário digital do país e levar benefícios duradouros para comunidades e empresas em todo território brasileiro”, afirma Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat.

Pradman Kaul, presidente da Hughes, diz: “Yahsat é o parceiro óbvio para a Hughes no Brasil enquanto continuamos a expandir nossos serviços e identificamos uma demanda crescente nos setores residenciais, corporativos e de transporte. Os brasileiros vão se beneficiar com a capacidade, escala, e sinergias operacionais das nossas empresas combinadas enquanto conectamos os desconectados e ajudamos empresas e comunidades a crescer”. (Com assessoria de imprensa)

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