Hispasat fecha 2015 com aumento de lucro, receita e Ebitda


O Grupo Hispasat, operador espanhol de comunicações via satélite, conseguiu alcançar no exercício de 2015 uma receita total de 219,6 milhões de euros, o que representa um aumento de 8,7% em relação ao exercício anterior. O Ebitda alcançou 178,9 milhões de euros, 10,6% a mais que em 2014, o que representa uma margem operacional de 81,5%, um dado que indica novamente a Hispasat como uma das empresas mais rentáveis e eficientes do setor de satélites.

O resultado líquido atribuído à matriz do grupo foi de 62,6 milhões de euros (17 milhões a mais que em 2014). Também destaca-se o volume de investimentos, que em 2015 alcançou 245 milhões de euros, 56,5% a mais que no ano anterior, destinados principalmente aos programas satelitais em curso (AG1, Amazonas 5 e Hispasat 1F), bem como a projetos de inovação tanto em satélites como em produtos e serviços.

A receita por capacidade espacial também teve crescimento, alcançando os 216,4 milhões de euros, 9,72% a mais que no exercício anterior. A empresa se beneficiou do efeito positivo da taxa de câmbio, favorecida pelo fortalecimento do dólar, que neutralizou a forte depreciação do real.

Por áreas geográficas, 34,6% da receita por arrendamento de capacidade espacial do Grupo provem da Europa e do norte da África, e 65,4% do mercado americano.

O esforço comercial realizado também foi traduzido na consolidação de um elevado back-log (contratação garantida de capacidade satelital a longo prazo), que no fechamento do exercício se mantinha a uma cifra equivalente a sete vezes a receita anual da companhia.

Para Elena Pisonero, presidente da Hispasat, “a estratégia desenvolvida pela companhia em 2015 deu bons resultados e permitiu seu crescimento. Neste exercício, trabalhamos intensamente e apostamos na entrada em novos mercados, como o de Marrocos. Conseguimos novas posições orbitais, fechamos alianças com outras operadoras e renovamos e ampliamos contratos com grandes clientes, especialmente na América Latina, em países como Brasil, Peru, México e Colômbia”. (assessoria de imprensa). 

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