GVT quer condições mais favoráveis para participar do leilão de 700 MHz da Anatel


A operadora, controlada pela francesa Vivendi, e que não tem licença de celular, afirmou, durante a última audiência pública da Anatel, que este leilão “é a única oportunidade efetiva para a ampliação da banda larga”. O grupo pede tratamento diferenciado para as operadoras que não têm frequência, para as faixas abaixo de 1 GHz

A GVT resolveu aparecer na útlima audiência pública da Anatel que discute o edital de venda da faixa de 700 MHz. Será sintoma de que o grupo francês seu controladora, a Vivendi, resolveu investir no mercado de telefonia móvel e disputar o leilão?

O diretor de assuntos regulatórios da operadora, José Gonçalves Neto, pediu, durante a audiência, que a Anatel dê condições diferenciadas para os grupos que não têm a mesma quantidade de frequência que as atuis operadoras presentes no país. “Entendemos que é preciso haver uma distribuição mais uniforme da faixa abaixo de 1 GHz para que os grupos sem qualquer faixa tenha condições diferenciadas de acesso”, afirmou o executivo.

A GVT aponta também para a necessidade de esclarecimentos prévios sobre a efetiva qualidade do espectro que está sendo vendido, como a interferência, o impacto dos custos de mitigação, etc.
Para a operadora, contudo, “esta é a única oportunidade efetiva para a ampliação da banda larga”.
Anatel
O superintendente de Regulação, José Alexandre Bicalho, afirmou que a Anatel entende que a forma que construiu a proposta de edital contemplaria o pleito da GVT e de outros novos entrantes. Por quê, assinalou,  o texto limita a compra de apenas 10 + 10 MHz por operadora, na primeira rodada,  permitindo a compra de mais 10 MHz na segunda rodada, caso não haja competidor. “Este cap assegura condições importantes para o novo entranhe”, afirmou Bicalho.
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