Para GVT, revisão do regimento da Anatel deve ser concretizada


A competição no mercado de telecomunicações, além de um plano de metas, depende da revisão do regimento interno da Anatel, ainda estruturado por serviços; a regulamentação do Poder de Mercado Significativo; regulamento de compartilhamento de infraestrutura e de regulação de resolução de conflito, subordinada a  uma entidade administrativa privada, nos moldes da adotada na portabilidade numérica. Essa é a contribuição da GVT para desenvolver a competição no país, segundo informou Zélia Gadelha, da diretoria de Regulamentação da operadora.

De acordo com Zélia, sem as assimetrias, a operadora “espelho” precisou construir toda a rede para oferta de serviço, o que retardou seu avanço, que mesmo assim é considerado extraordinário. Ela sustenta que assimetria não é favoritismo, é obrigação legal de tratar desigualmente os desiguais.

Para Zélia, que falou sobre competição no 26º Encontro Tele.Síntese, todas as ferramentas para a competição estão postas no Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), em análise na Anatel, e vai exigir das prestadoras elevados investimentos, inovação e eficiência, o modelo que a GVT usou para crescer no país.

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