GVT contrata Credit Suisse e Goldman Sachs para assessorar operação de venda


A GVT contratou a assessoria dos bancos Credit Suisse e do Goldman Sachs no processo de venda do controle acionário da companhia. A idéia, segundo o diretor de Relações com Investidores, Rodrigo Ciparrone, é maximizar ganhos e reduzir riscos para os acionistas. As contratações foram autorizadas pelo Conselho Administrativo da empresa, diante das propostas do …

A GVT contratou a assessoria dos bancos Credit Suisse e do Goldman Sachs no processo de venda do controle acionário da companhia. A idéia, segundo o diretor de Relações com Investidores, Rodrigo Ciparrone, é maximizar ganhos e reduzir riscos para os acionistas. As contratações foram autorizadas pelo Conselho Administrativo da empresa, diante das propostas do grupo francês Vivendi e da Telefônica.

Apesar da apresentação de duas propostas, de R$ 42 por ação pela Vivendi e de R$ 48 por ação pela Telefônica, a GVT por hora somente poderá apreciar a última, mesmo que permaneça com a expectativa de nova oferta pelo grupo francês. “Pelas leis brasileiras, só podemos considerar a maior oferta pública”, disse Ciparrone. Ele salientou de que o Conselho Administrativo está totalmente alinhado com a decisão de otimização do negócio e já marcou a assembléia de acionistas para 3 de novembro.

Nessa assembléia, disse Ciparrone, será avaliada a dispensa da aplicação dos mecanismos de proteção de dispersão da base acionária (poison pills ou pílulas de veneno) do estatuto da GVT, condições constantes nas duas propostas de compra. “Enquanto a operação não se conclui, continuaremos normalmente com os nossos negócios e planos de expansão”, disse.

Ontem, a GVT apresentou os resultados do terceiro trimestre de 2009, com ampliação do lucro líquido, que atingiu o valor recorde de R$ 57,2 milhões, comparado a um prejuízo de R$14,8 milhões no 3T08.

A expectativa do mercado é de que o grupo francês faça nova oferta para a compra do controle da GVT. O valor terá que ser 5% acima do ofertado pela Telefônica, como manda a lei brasileira. O conselho de administração da Vivendi já autorizou a realização da oferta.
 

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