GVT considera que fatiamento da TIM é má notícia para consumidores e economia do país


A GVT se posicionou, nesta segunda-feira (2), sobre o futuro da TIM para resolver questões de concorrência, causada pela participação maior da Telefônica na Telecom Italia. “A proposta de fatiar a TIM em três pedaços e vende-la às três outras grandes operadoras de telefonia móvel estabelecidas no mercado é inconcebível no atual cenário de telecomunicações brasileiro e vai gerar aumento de preços, queda na qualidade de serviço e redução nos investimentos no setor que já está atrasado na comparação com outros países em qualidade e preço ao consumidor”, diz a operadora do grupo francês Vivendi, em comunicado.

Para a empresa, esse movimento é uma má notícia para o consumidor e também para a economia do país. “Por isso acreditamos que o órgão regulador e o governo não irão e não devem permitir que aconteça”, afirma. E mais: que planeja atuar ativamente para preservar a competição no setor de telecomunicações e vai trabalhar mais fortemente neste sentido com as autoridades regulatórias para evitar essa possibilidade.

Uma parceria entre a GVT e a TIM já foi defendida pelo presidente da Telecom Italia, Marco Patuano. Ele acredita que seria a união de dois ativos significativos e que criaria sinergias para as duas companhias. “são empresas complementares”, afirmou o executivo em uma visita ao ministro das Comunicações, em fevereiro deste ano. Entretanto, disse que nada de concreto existia nesse sentido

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