Governo quer priorizar sete segmentos para o desenvolvimento da IoT


Os sete setores escolhidos pelo governo são: cidades inteligentes, agricultura, saúde, educação, transporte, energia e produtividade industrial. Após a definição dos setores prioritários, pela Câmara, será feito um diagnóstico sobre as medidas necessárias para estimular o desenvolvimento de cada segmento.

O Ministério das Comunicações  irá propor à Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas Máquina a Máquina (M2M, na sigla em inglês), na reunião marcada para a próxima semana, os sete segmentos que deverão ser priorizados para o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT). Segundo Guilherme Corrêa, analista de infraestrutura do departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia do Minicom, os sete setores escolhidos pelo governo são: cidades inteligentes, agricultura, saúde, educação, transporte, energia e produtividade industrial.

Com a ressalva de que não haverá uma imposição de governo, mas sim a busca de consenso na Câmara de Gestão – que reúne também representantes da indústria e da academia para discutir a implementação da Internet das Coisas (IoT),  Corrêa ressaltou que, após a definição dos setores prioritários, pela Câmara, será feito um diagnóstico sobre as medidas necessárias para estimular o desenvolvimento de cada segmento.

As  medidas serão analisadas sob a ótica tributária, de oferta (créditos oficiais), de demanda (poder de compra do Estado), regulatório (medidas legais e infralegais que precisam ser implementadas), pesquisa e desenvolvimento, segurança e privacidade e interoperabilidade.

Smart Grid

Segundo Carlos Free, da Abdi (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) o governo está desenvolvendo também um Plano Nacional para o Desenvolvimento de Cidades Inteligentes e Humanas e  até o final do ano será lançada a política industrial de smart grid. Os dois executivos participaram do Huawei Innovation Day, que se realiza hoje em Brasília.

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