Governo pode arrecadar US$ 1 bilhão com licitação da 3G, estima a Qualcomm do Brasil.


A subsidiária brasileira da Qualcomm não é a única que trabalha para que a licitação de freqüências destinadas à terceira geração do serviço móvel celular (3G) seja feita ainda no primeiro semestre de 2007, para que as redes possam ser implementadas ainda nos seis meses seguintes, e os terminais (que levam chips Qualcomm) possam chegar …

A subsidiária brasileira da Qualcomm não é a única que trabalha para que a licitação de freqüências destinadas à terceira geração do serviço móvel celular (3G) seja feita ainda no primeiro semestre de 2007, para que as redes possam ser implementadas ainda nos seis meses seguintes, e os terminais (que levam chips Qualcomm) possam chegar logo ao mercado. Nesse sentido, Marco Aurélio Rodrigues, presidente da empresa no país, apontou hoje, 6 de dezembro, aos jornalistas, em São Paulo, todos os prejuízos e/ou benefícios que o Brasil pode ter, por uma 3G “que escorrega cada vez mais no país”.

Falando sobre os impactos da 3G na economia brasileira, o executivo destaca que sua implementação contribuirá para o crescimento do país, gerando recursos e movimentando a economia. Para o bolso do governo, poderiam ser recolhidos algo como US$ 1 bilhão com a venda de cinco licenças, ao preço de US$ 200 milhões, cada, valor esse estimado em cima do que foi cobrado na última venda de sobras de freqüências feita pelo órgão regulador, a Anatel.

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