Governo, empresas e trabalhadores discutem regras para call center


Motivados pela portaria nº 153, do Ministério do Trabalho, lançada para consulta pública, que propõe a regulamentação da profissão dos atendentes de call centers, os empresários representados pela ABT – Associação Brasileira de Teleserviços – irão participar de uma comissão tripartite para buscar um acordo sobre a regulamentação da profissão. Segundo o presidente da entidade, …

Motivados pela portaria nº 153, do Ministério do Trabalho, lançada para consulta pública, que propõe a regulamentação da profissão dos atendentes de call centers, os empresários representados pela ABT – Associação Brasileira de Teleserviços – irão participar de uma comissão tripartite para buscar um acordo sobre a regulamentação da profissão. Segundo o presidente da entidade, Topázio Silveira Neto, com base nas contribuições apresentadas pelos diferentes segmentos à consulta pública (encerrada na semana passada),representantes dos três segmentos – governo, trabalhadores e empresas – partirão para negociar um acordo para a regulamentação da profissão.

 Os trabalhos dessa comissão deverão ser iniciados no segundo semestre, informa. Embora a entidade tenha feito diversas críticas à proposta, Silveira argumenta que a intenção dos empresários é a de firmar um acordo com os sindicatos e governo. “A criação dessa comissão é uma boa notícia, pois estamos dispostos a firmar um bom a acordo para todos”, afirmou. Segundo ele, existem hoje no país 500 empresas que prestam serviço de call center. Incluídos os serviços não terceirizados, mais de 650 mil pessoas trabalham  nessa atividade. 

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