Gadelha defende banda larga e fomento à pesquisa nos contratos


A inclusão da universalização da banda larga nos contratos de concessão foi defendida hoje pelo secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Augusto Gadelha. "Sem a banda larga, não podemos pensar o Brasil nos próximos 10 anos", disse, durante o 16º Encontro Tele.Síntese, da Momento Editorial, que discute “A Revisão dos …

A inclusão da universalização da banda larga nos contratos de concessão foi defendida hoje pelo secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Augusto Gadelha. "Sem a banda larga, não podemos pensar o Brasil nos próximos 10 anos", disse, durante o 16º Encontro Tele.Síntese, da Momento Editorial, que discute “A Revisão dos Contratos de Concessão e a Banda Larga”, em Brasília.

Gadelha acredita que a revisão dos contratos será uma oportunidade única não somente para massificar o acesso à banda larga, mas também para fomentar o desenvolvimento da tecnologia nacional, por meio de novas obrigações.

Prejuízos

Para o diretor da Oliver Wyman, André Kriger, a hora é de otimizar o modelo de concessão. Um exemplo apontado por ele é a flexibilização das metas de qualidade de atendimento onde já há competição, e a segmentação por região e serviços. "O modelo atual deu oportunidade de crescimento do setor, agora é para aperfeiçoar", disse.

Ele disse que a universalização já aconteceu, mas os usuários estão migrando para a telefonia móvel que, no final, tem um preço mais baixo em decorrência das promoções. Kriger disse ainda que 2/3 dos TUPs (Telefone de Uso Público) são deficientes para as operadoras, com prejuízos anuais de R$ 600 mil.

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